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Projetos digitais turbinarão gastos com TI, indica IDC

A transformação digital traz consigo a promessa de benefícios incalculáveis às organizações. Toda essa euforia em torno do conceito tende a desencadear uma intensificação nos gastos globais com tecnologia da informação. A IDC liberou nessa segunda-feira (29/08) novos dados que indicam que o mercado de soluções de TI movimentará US$ 2,4 trilhões em 2016, atingindo US$ 2,7 trilhões em 2020. Segundo a consultoria, grande parte desses recursos será alocada em iniciativas envolvendo cloud, mobilidade e Big Data, tecnologias que servem de alicerce para esforços de digitalização de negócios e operações. “Enquanto vemos o setor de consumo e governo reduzindo gastos, observamos um grande avanço em indústrias-chave, como finanças e manufatura”, comentou Stephen Minton, vice-presidente da IDC. “Os investimentos corporativos em projetos-base, como sistemas de análise de dado e aplicações colaborativas, se mantém fortes”, adicionou. A vertical de saúde continuará como a indústria de maior crescimento no uso da TI, sugere… Leia mais...

7 números que mostram como o mobile está transformando as viagens

Atualmente, os dispositivos móveis e o Wi-Fi fazem com que os viajantes ainda estejam muito conectados mesmo em movimento. A principal mudança é a forma como esses aparelhos complementam a experiência física da viagem. Diante dessa realidade, as marcas têm esse desafio como alvo, tendo como aliado os dados móveis para proporcionar aos viajantes as informações que eles precisam, no momento em que precisam. Porém muitas empresas continuam replicando a experiência dos computadores nos dispositivos móveis. Com isso em mente, a Adobe listou sete estatísticas que demonstram como os dispositivos móveis estão mudando a forma como os turistas de hoje planejam e compram suas viagens. Confira abaixo: 1. Em dezembro de 2015, pela primeira vez, os consumidores começaram a usar mais os dispositivos móveis para pesquisar informações sobre viagens do que em computadores. Nos 5 primeiros meses de 2016, os dispositivos móveis responderam por 52% das navegações relacionadas a viagens.… Leia mais...

No mobile strategy in majority of business travel programs

Much of the business travel community, as it gears up for autumn, will turn to mobile for various tasks such as itinerary management and perhaps some simple bookings and expense management. A fresh study from the GBTA Foundation and Carlson Wagonlit Travel reveals that 69% of ‘travel professionals’ say their program does not have a strategy for mobile. It is on the way however, with 64% saying their organisation plans to implement one within two years and a further 26% say within three years. The study entitled ‘A Mobile Effect: Setting A Clear Mobile Travel Strategy’, also lays out some of the opportunities of putting a mobile strategy in place: Increased traveller engagement is top of benefits for 78% Increased compliance say 55% And, reduced off-program bookings say 43% Then, there are the challenges: IT security comes top of the hurdles at 41% Traveller owns their own device say 32%… Leia mais...

Internet ilimitada acabou, reafirma presidência da Anatel

João Rezende, atual presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), reiterou sua posição de que a internet ilimitada realmente teria acabado. No início do mês, o executivo renunciou ao posto, movimento que será oficializado na próxima semana. Rezende já havia dado essa mesma declaração polêmica há algum tempo, e sua posição teria sido duramente criticada pela Ouvidoria da própria agência, em relatório divulgado recentemente. "Discordamos profundamente dessa visão. [...] Não é possível dizer que a era da internet ilimitada está chegando ao fim", diz o documento. No mesmo relatório, a Ouvidoria teria declarado que a instituição errou a mão com relação à discussão do limite da internet fixa. De acordo com documento, a medida cautelar colocada pela Anatel "foi insuficiente e inadequada em face da relevância da questão", e que, por conta da repercussão negativa, a agência foi obrigada a rever sua posição inicial e "determinar que por tempo indeterminado… Leia mais...

Dispositivos móveis respondem por mais da metade das navegações relacionadas a viagens

Em dezembro passado, pela primeira vez, consumidores começaram a usar mais dispositivos móveis para pesquisar informações sobre viagens do que computadores. Já nos 5 primeiros meses de 2016, os dispositivos móveis responderam por 52% das navegações relacionadas a viagens. Isso é o que aponta um levantamento realizado pela Adobe, com estatísticas obtidas a partir da plataforma Adobe Marketing Cloud, as quais mostram que viajantes consideram smartphones item indispensável que carregam consigo quando viajam. Atualmente, os dispositivos móveis e o onipresente Wi-Fi fazem com que os viajantes ainda estejam muito conectados à vida cotidiana e ao redor do mundo. A principal grande mudança é a forma como os dispositivos complementam a experiência física da viagem. Para se ter uma ideia desse impacto, a pesquisa aponta que, dos 41% totais de pesquisas realizadas via dispositivos móveis foram realizadas a partir de um smartphone e 11% a partir de um tablet. Os smartphones… Leia mais...

Não há razão para limite de banda larga, dizem especialistas

Após o tema ter relativamente se arrefecido, a polêmica de implantação de franquia de internet em banda larga fixa voltou a ganhar destaque nesta semana com a publicação do relatório da Ouvidoria da Anatel, que condenou a atuação da agência no caso. A prática foi também assunto de debate nesta sexta-feira, 19, na sede do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), envolvendo especialistas de áreas técnica e jurídica para abordar o assunto. O argumento apresentado é que não haveria justificativas técnicas para operadoras estabelecerem o limite dos dados, enquanto há no Marco Civil e na legislação de proteção ao consumidor pontos que proibiriam a prática. "Tecnicamente, não há uma justificativa para que exista franquia de dados, os argumentos se baseiam muito em falácia, usando desconhecimento técnico das pessoas para tentar enfiar isso de alguma forma goela abaixo para a gente para que aceitem", afirma a engenheira de computação e doutoranda… Leia mais...
Computador ou celular: qual tem mais segurança

Computador ou celular: qual tem mais segurança

Esta coluna já afirmou algumas vezes que é melhor realizar certas atividades - operações bancárias, por exemplo - no celular. Há diferenças na operação e funcionamento dos sistemas de celular e computadores, o que traz diversas vantagens (e algumas desvantagens) para a segurança. Qual sistema, então, é mais fácil de "hackear"? Essa comparação não é nada justa: o computador e o celular são usados em situações diferentes, para finalidades diferentes. Não é muito prático que um computador adote as mesmas medidas de segurança que existem nos celulares. Além disso, as ferramentas de segurança que existem para computadores são muito mais completas, o que dá mais visibilidade para tudo que acontece com o sistema. Por isso, celulares, embora sejam mais difíceis de atacar, são também uma grande dor de cabeça para as empresas. Em outras palavras, o computador faz muito mais que o celular e, por regra, quanto mais funções algo… Leia mais...
O que os Millennials esperam do atendimento ao cliente

O que os Millennials esperam do atendimento ao cliente

Esses 80 milhões de jovens, que já ultrapassaram a geração Boomers em maior número demográfico no mercado, em breve irão tomar a frente do poder de compra A forma como as empresas tem conduzido o serviço de atendimento ao cliente não está alinhada ao que os Millennials, ou geração Y, entendem como ideal para se comunicar e resolver problemas. Isso não é uma boa notícia para as empresas, uma vez que os comportamentos e expectativas dos Millennials têm impactado também às outras gerações de consumidores. Esses 80 milhões de jovens, que já ultrapassaram a geração Boomers em maior número demográfico no mercado, em breve irão tomar a frente do poder de compra. Como Christopher Hunsberger, VP Global de Produtos e Inovação do Hotel e Resort Four Seasons coloca, "o comportamento e expectativas do grupo Millennial tendem a moldar o pensamento do resto de nós." A reclamação mais comum com relação… Leia mais...
Impacto das tecnologias disruptivas na economia global será de US$ 33 trilhõesImpacto das tecnologias disruptivas na economia global será de US$ 33 trilhões

Impacto das tecnologias disruptivas na economia global será de US$ 33 trilhõesImpacto das tecnologias disruptivas na economia global será de US$ 33 trilhões

Em poucos anos, a internet móvel deve adicionar US$ 11 trilhões à economia mundial. Em conjunto, as principais tecnologias disruptivas têm potencial para aumentar os fluxos econômicos globais em US$ 33 trilhões até 2025. Os dados são da Mckinsey. O desfile incessante de novas tecnologias está se desenrolando em muitas frentes, lembra a consultoria. A lista de "próximas grandes coisas" cresce cada vez mais. Nem todas tecnologias emergentes irão alterar a paisagem social ou de negócios, mas algumas têm real potencial de perturbar o status quo, alterar a forma como as pessoas vivem e trabalham, e reorganizar a percepção de valor. Segundo estudo recente da Mckinsey, doze tecnologias, incluindo os veículos autônomos, genética e robótica avançadas, têm o potencial para remodelar verdadeiramente o mundo em que vivemos e trabalhamos. Líderes de governo e de negócios não só devem procurar saber mais sobre elas, como se preparar adequadamente para os impactos… Leia mais...
O compliance e a ética no Brasil de crise econômica e Operação Lava Jato

O compliance e a ética no Brasil de crise econômica e Operação Lava Jato

Em um contexto de agravamento da crise econômica e de demanda permanente por ética com os mais de dois anos de Operação Lava Jato, a implementação de um código de conduta e de processos internos tem se mostrado cada vez mais como uma obrigatoriedade do que uma opção às empresas. A conjuntura econômica e política em pauta no País está relativizando cada vez mais a premissa de que é mais caro criar controles para evitar fraudes e má gestão do que conviver com elas ou incorporá-las a custos não planilhados. Conjunto de políticas e diretrizes estabelecidas por uma empresa para seu negócio, o compliance pode eventualmente não entrar no radar de empresas familiares ou com menor exigência legal, mas é a seiva das grandes empresas e das corporações com papéis no mercado aberto, definindo o que é - e o que não é - aceito pelas organizações. Sob as adequações… Leia mais...
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