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Brasileiro usa celular em média 3h14 por dia, diz MMA

Brasileiro usa celular em média 3h14 por dia, diz MMA

  O brasileiro passa em média 3h14 conectado com o celular, segundo indica pesquisa da associação de marketing móvel MMA realizada pela Millward Brown Brasil e NetQuest e divulgada nesta quinta, 15. Considerando apenas os jovens da geração millenials, a média é de 4h por dia conectado à Internet em um aparelho móvel. Com destaque, atividades como fazer chamadas (89%), navegar na Internet (87%), acessar emails (85%) e mecanismos de buscas (71%). A pesquisa foi realizada com 1,2 mil pessoas de 14 a 55 anos. Cresceu a propensão a clicar em publicidade online, segundo a MMA. Neste ano, 32% afirmavam não clicar em nenhuma propaganda, contra 41% em 2015. No período, o YouTube ultrapassou o Facebook como rede com mais visibilidade da publicidade. Para millenials, 22% davam atenção à publicidade na Internet, contra 30% no ano anterior. A parcela que sempre dá atenção à publicidade subiu de 9% para 13%.… Leia mais...
Celular é o principal aparelho para acessar a Internet no Brasil

Celular é o principal aparelho para acessar a Internet no Brasil

O crescimento da base de acessos de banda larga móvel já indicava, mas agora a pesquisa TIC Domicílios 2015 confirma: o principal dispositivo para acessar a Internet no País é o celular. O estudo, realizado pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do NIC.br e CGI.br, mostra que do total de usuários conectados (58% da população brasileira com 10 anos ou mais) no ano passado, 89% utilizam o smartphone para acesso e 65%, o computador (desktop, notebook ou tablet). Em 2014, 80% diziam se conectar com computador e 76% com celular. Os dados podem ser conferidos clicando aqui. É importante ressaltar, porém, que a metodologia do Cetic.br apenas pergunta se o usuário acessou a Internet ou não nos últimos três meses. Conforme explica o coordenador da TIC Domicílios, Winston Oyadomari, a pesquisa segue padrões internacionais, mas há uma mudança na percepção do acesso por… Leia mais...

Fibra óptica cresce, mas ainda responde por apenas 5,77% da banda larga

Em julho, o Brasil contava com 26,3 milhões de acessos fixos a internet, conforme balanço divulgado nesta sexta, 9/9, pela Anatel. Em alta pequena, mas constante, o total de acessos cresceu 837,5 mil nos sete primeiros anos de 2016. A concentração no topo continua sendo a regra. Juntas, Net (Claro), Telefônica (com GVT) e Oi reúnem 84 de cada 100 acessos. Na ponta de baixo, porém, 9,94% do mercado já é atendido por empresas com menos de 50 mil clientes, ou como a agência nomeia por pequenos provedores. No que é um reflexo da liderança de mercado pela Net, praticamente um terço dos acessos – 32,47% - são por cable modem. A fibra óptica - ainda escassa no país - representa 5,77% das conexões, tendo respondido por um quarto dos novos acessos de 2016. Mas a maioria da banda larga no Brasil ainda é por xDSL (50,9%). Fonte: convergenciadigital Leia mais...

Consumidores brasileiros utilizam de 2 a 4 dispositivos para se conectar à internet, segundo pesquisa

A relação dos consumidores brasileiros com a internet é bastante intensa. Considerando a parcela dos consumidores conectados à rede, 96% dessas pessoas acessam a internet, pelo menos, uma vez por dia. A quantidade de aparelhos utilizados para navegar na rede também chama atenção. No total, 72% dos consumidores brasileiros utilizam de 2 a 4 aparelhos para acesso e o smartphone é o dispositivo favorito, mencionado por 37% dos entrevistados. As conclusões são da pesquisa Consumidor Brasileiro, realizada pela REDS, empresa da holding HSR Specialist Researchers, em parceria com o CIP (Centro de Inteligência Padrão), para identificar hábitos dos brasileiros em relação às telecomunicações. Predomínio da internet fixa Apesar de todo o avanço na utilização dos dispositivos móveis, derrubando a barreira da conexão fixa à internet, a grande maioria dos consumidores brasileiros (88%) aponta a residência como local preferencial para acessar a internet. O acesso realizado no ambiente de trabalho foi… Leia mais...

Empresas devem atualizar políticas de acesso à rede se quiserem se proteger na era do IoT

Em 2020, 21 bilhões de dispositivos de internet das coisas (IoT, na sigla em inglês) estarão em uso em todo o mundo. Destes, cerca de 6% estarão em uso para aplicações industriais. No entanto, organizações de TI têm problemas em identificar esses dispositivos, caracterizando-os como parte da política atual de acesso à rede. A recomendação é que, se quiserem se proteger, empresas devem atualizar suas políticas de acesso para atender perfeitamente ataques com foco em dispositivos da IoT, de acordo com o Gartner. Para Tim Zimmermann, vice-presidente de pesquisa do instituto, já tendo abraçado a estratégia BYOD (sigla para bring your own device, ou traga seus próprios dispositivos, em tradução), organizações devem agora começar a endereçar os 21 bilhões de dispositivos da IoT que poderão requerer acesso à rede da empresa. "Seja uma câmera de vigilância de vídeo para um estacionamento, um detector de movimento em uma sala de conferência,… Leia mais...

MIT cria Wi-Fi mais veloz e com maior alcance do a que atual

Cientistas do MIT criaram um dispositivo que poderá aliviar o tráfego de redes sem fio. Chamado de MegaMIMO 2.0, o sistema transfere dados via Wi-Fi com uma velocidade três vezes maior e com o dobro de alcance de sinal do que as redes sem fio tradicionais, segundo os pesquisadores. A solução criada pelo MIT pode salvar o funcionamento da internet sem fio em grandes eventos e em locais de grande circulação, como aeroportos e centros de convenção. Geralmente, as redes desse tipo de lugares não conseguem suportar o grande número de pessoas conectadas e, por isso, a internet perde velocidade – isso, quando ela funciona. Esse problema é chamado pela indústria de “crise de espectro”. A explicação disso é simples: com a grande quantidade de smartphones e tablets conectados à internet sem fio, menor é o espaço compartilhado por eles nas redes (uma comparação boa é imaginar que a rede… Leia mais...

É possível definir o nível de segurança que a sua empresa deve ter?

Para chegar a uma avaliação precisa é importante entender as regulamentações e legislações do setor, o tipo de negócio da empresa, o montante a ser investido e a maturidade da empresa para utilizar soluções de segurança da informação. Quando o assunto é segurança digital, um dos desafios dos gestores é saber se sua empresa está realmente protegida dos ataques de malware, crimeware, ransomware entre outros. A questão é saber qual o nível de segurança ideal para seu negócio. No entanto, a resposta definitiva não existe. Cada organização conta com particularidades para a definição correta do teor de segurança necessário. Para chegar a uma avaliação precisa é importante entender as regulamentações e legislações do setor, o tipo de negócio da empresa, o montante a ser investido e a maturidade da empresa para utilizar soluções de segurança da informação. É esse conjunto de dados que vai possibilitar avaliar o cenário e ver… Leia mais...

Big Data: Cuidado com o excesso de dados

O Big Data já se transformou em um termo familiar a diversas esferas do mundo corporativo. Companhias, grandes ou pequenas, buscam formas de tirar vantagem do conceito. Mas os benefícios e prejuízos causados pelo volume excedente de dados gerados ainda é algo que precisa ser melhor compreendido para gerar valor. A seguir, listamos alguns pontos que ajudarão na reflexão dessa questão. 1. Excedente é todo dado que não está no núcleo de seu negócio Os “dados em excesso” ganharam dimensão extra com a massificação de smartphones e redes sociais. Hoje, a geração de dados é insana. Mas, falando em termos corporativos, Big Data deve “primariamente” se relacionar a funções centrais de seus negócios, o que não tiver essa conexão central é o excesso". Para um banco, por exemplo, os dados centrais vinculam-se às transações de crédito ou débito dos correntistas. Dados secundários incluem informações como o percentual de transações que… Leia mais...

Receita global de TI bate marca de US$ 2,7 trilhões em 2020

A receita global de produtos e serviços de TI batem marca de US$ 2,7 trilhões em 2020, impulsionados por serviços financeiros, manufatura e pela área de saúde, de acordo com levantamento realizado pela IDC. O montante representa uma taxa de crescimento anual composta de 3,3% para o período da previsão, que vai de 2015 a 2020. Para 2016, o valor estimado é de US$ 2,4 trilhões. Entre as tendências da previsão está a dinâmica positiva apresentada nas grandes indústrias, como serviços financeiros e manufatura. Nesse sentido, companhias continuam a investir em soluções da terceira plataforma (por exemplo nuvem, mobilidade e big data), como parte de seus esforços de transformação digital . O setor de telecom deverá manter-se relativamente lento, embora espera-se que os níveis de gastos aumentem gradativamente em comparação com os últimos anos. Combinados, estes quatro setores (bancos, manufatura discreta, processos de fabricação e de telecomunicações, que são também… Leia mais...

Ferramentas de controle de gestão reduzem gastos indiretos em 65%

Mantras do gestor de viagens corporativas, a combinação das palavras compliance e saving pode gerar uma média de economia de 65% nas empresas, observa a executiva de contas do Amadeus, Kátia Locatelli, durante debate com o diretor de Negócios Corporativos da Reserve, Sidney Lima Filho, e o gestor de viagens da Petrobras Distribuidora, Bruno Melo, no Simpósio de Viagens Energy, Resources and Marine 2016, da GBTA, que acontece nesta segunda-feira (29), no Hotel Windsor Marapendi, no Rio de Janeiro. "Há uma redução de 65% nos custos indiretos. A gente realmente vê cases de sucesso de savings. É só ter a informação em uma OBT (online booking tool), tendo a gestão dentro de casa. Mas, hoje, 80% das corporações não controlam seus gastos indiretos", diz a executiva. Kátia defende que as ferramentas de gestão de despesas (expense management) possibilita uma parametrização das políticas das empresas, fazendo com que os custos "invisíveis"… Leia mais...
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