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MIT cria Wi-Fi mais veloz e com maior alcance do a que atual

Cientistas do MIT criaram um dispositivo que poderá aliviar o tráfego de redes sem fio. Chamado de MegaMIMO 2.0, o sistema transfere dados via Wi-Fi com uma velocidade três vezes maior e com o dobro de alcance de sinal do que as redes sem fio tradicionais, segundo os pesquisadores. A solução criada pelo MIT pode salvar o funcionamento da internet sem fio em grandes eventos e em locais de grande circulação, como aeroportos e centros de convenção. Geralmente, as redes desse tipo de lugares não conseguem suportar o grande número de pessoas conectadas e, por isso, a internet perde velocidade – isso, quando ela funciona. Esse problema é chamado pela indústria de “crise de espectro”. A explicação disso é simples: com a grande quantidade de smartphones e tablets conectados à internet sem fio, menor é o espaço compartilhado por eles nas redes (uma comparação boa é imaginar que a rede… Leia mais...

É possível definir o nível de segurança que a sua empresa deve ter?

Para chegar a uma avaliação precisa é importante entender as regulamentações e legislações do setor, o tipo de negócio da empresa, o montante a ser investido e a maturidade da empresa para utilizar soluções de segurança da informação. Quando o assunto é segurança digital, um dos desafios dos gestores é saber se sua empresa está realmente protegida dos ataques de malware, crimeware, ransomware entre outros. A questão é saber qual o nível de segurança ideal para seu negócio. No entanto, a resposta definitiva não existe. Cada organização conta com particularidades para a definição correta do teor de segurança necessário. Para chegar a uma avaliação precisa é importante entender as regulamentações e legislações do setor, o tipo de negócio da empresa, o montante a ser investido e a maturidade da empresa para utilizar soluções de segurança da informação. É esse conjunto de dados que vai possibilitar avaliar o cenário e ver… Leia mais...

Big Data: Cuidado com o excesso de dados

O Big Data já se transformou em um termo familiar a diversas esferas do mundo corporativo. Companhias, grandes ou pequenas, buscam formas de tirar vantagem do conceito. Mas os benefícios e prejuízos causados pelo volume excedente de dados gerados ainda é algo que precisa ser melhor compreendido para gerar valor. A seguir, listamos alguns pontos que ajudarão na reflexão dessa questão. 1. Excedente é todo dado que não está no núcleo de seu negócio Os “dados em excesso” ganharam dimensão extra com a massificação de smartphones e redes sociais. Hoje, a geração de dados é insana. Mas, falando em termos corporativos, Big Data deve “primariamente” se relacionar a funções centrais de seus negócios, o que não tiver essa conexão central é o excesso". Para um banco, por exemplo, os dados centrais vinculam-se às transações de crédito ou débito dos correntistas. Dados secundários incluem informações como o percentual de transações que… Leia mais...

Receita global de TI bate marca de US$ 2,7 trilhões em 2020

A receita global de produtos e serviços de TI batem marca de US$ 2,7 trilhões em 2020, impulsionados por serviços financeiros, manufatura e pela área de saúde, de acordo com levantamento realizado pela IDC. O montante representa uma taxa de crescimento anual composta de 3,3% para o período da previsão, que vai de 2015 a 2020. Para 2016, o valor estimado é de US$ 2,4 trilhões. Entre as tendências da previsão está a dinâmica positiva apresentada nas grandes indústrias, como serviços financeiros e manufatura. Nesse sentido, companhias continuam a investir em soluções da terceira plataforma (por exemplo nuvem, mobilidade e big data), como parte de seus esforços de transformação digital . O setor de telecom deverá manter-se relativamente lento, embora espera-se que os níveis de gastos aumentem gradativamente em comparação com os últimos anos. Combinados, estes quatro setores (bancos, manufatura discreta, processos de fabricação e de telecomunicações, que são também… Leia mais...

Ferramentas de controle de gestão reduzem gastos indiretos em 65%

Mantras do gestor de viagens corporativas, a combinação das palavras compliance e saving pode gerar uma média de economia de 65% nas empresas, observa a executiva de contas do Amadeus, Kátia Locatelli, durante debate com o diretor de Negócios Corporativos da Reserve, Sidney Lima Filho, e o gestor de viagens da Petrobras Distribuidora, Bruno Melo, no Simpósio de Viagens Energy, Resources and Marine 2016, da GBTA, que acontece nesta segunda-feira (29), no Hotel Windsor Marapendi, no Rio de Janeiro. "Há uma redução de 65% nos custos indiretos. A gente realmente vê cases de sucesso de savings. É só ter a informação em uma OBT (online booking tool), tendo a gestão dentro de casa. Mas, hoje, 80% das corporações não controlam seus gastos indiretos", diz a executiva. Kátia defende que as ferramentas de gestão de despesas (expense management) possibilita uma parametrização das políticas das empresas, fazendo com que os custos "invisíveis"… Leia mais...

Projetos digitais turbinarão gastos com TI, indica IDC

A transformação digital traz consigo a promessa de benefícios incalculáveis às organizações. Toda essa euforia em torno do conceito tende a desencadear uma intensificação nos gastos globais com tecnologia da informação. A IDC liberou nessa segunda-feira (29/08) novos dados que indicam que o mercado de soluções de TI movimentará US$ 2,4 trilhões em 2016, atingindo US$ 2,7 trilhões em 2020. Segundo a consultoria, grande parte desses recursos será alocada em iniciativas envolvendo cloud, mobilidade e Big Data, tecnologias que servem de alicerce para esforços de digitalização de negócios e operações. “Enquanto vemos o setor de consumo e governo reduzindo gastos, observamos um grande avanço em indústrias-chave, como finanças e manufatura”, comentou Stephen Minton, vice-presidente da IDC. “Os investimentos corporativos em projetos-base, como sistemas de análise de dado e aplicações colaborativas, se mantém fortes”, adicionou. A vertical de saúde continuará como a indústria de maior crescimento no uso da TI, sugere… Leia mais...

7 números que mostram como o mobile está transformando as viagens

Atualmente, os dispositivos móveis e o Wi-Fi fazem com que os viajantes ainda estejam muito conectados mesmo em movimento. A principal mudança é a forma como esses aparelhos complementam a experiência física da viagem. Diante dessa realidade, as marcas têm esse desafio como alvo, tendo como aliado os dados móveis para proporcionar aos viajantes as informações que eles precisam, no momento em que precisam. Porém muitas empresas continuam replicando a experiência dos computadores nos dispositivos móveis. Com isso em mente, a Adobe listou sete estatísticas que demonstram como os dispositivos móveis estão mudando a forma como os turistas de hoje planejam e compram suas viagens. Confira abaixo: 1. Em dezembro de 2015, pela primeira vez, os consumidores começaram a usar mais os dispositivos móveis para pesquisar informações sobre viagens do que em computadores. Nos 5 primeiros meses de 2016, os dispositivos móveis responderam por 52% das navegações relacionadas a viagens.… Leia mais...

No mobile strategy in majority of business travel programs

Much of the business travel community, as it gears up for autumn, will turn to mobile for various tasks such as itinerary management and perhaps some simple bookings and expense management. A fresh study from the GBTA Foundation and Carlson Wagonlit Travel reveals that 69% of ‘travel professionals’ say their program does not have a strategy for mobile. It is on the way however, with 64% saying their organisation plans to implement one within two years and a further 26% say within three years. The study entitled ‘A Mobile Effect: Setting A Clear Mobile Travel Strategy’, also lays out some of the opportunities of putting a mobile strategy in place: Increased traveller engagement is top of benefits for 78% Increased compliance say 55% And, reduced off-program bookings say 43% Then, there are the challenges: IT security comes top of the hurdles at 41% Traveller owns their own device say 32%… Leia mais...

Internet ilimitada acabou, reafirma presidência da Anatel

João Rezende, atual presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), reiterou sua posição de que a internet ilimitada realmente teria acabado. No início do mês, o executivo renunciou ao posto, movimento que será oficializado na próxima semana. Rezende já havia dado essa mesma declaração polêmica há algum tempo, e sua posição teria sido duramente criticada pela Ouvidoria da própria agência, em relatório divulgado recentemente. "Discordamos profundamente dessa visão. [...] Não é possível dizer que a era da internet ilimitada está chegando ao fim", diz o documento. No mesmo relatório, a Ouvidoria teria declarado que a instituição errou a mão com relação à discussão do limite da internet fixa. De acordo com documento, a medida cautelar colocada pela Anatel "foi insuficiente e inadequada em face da relevância da questão", e que, por conta da repercussão negativa, a agência foi obrigada a rever sua posição inicial e "determinar que por tempo indeterminado… Leia mais...

Dispositivos móveis respondem por mais da metade das navegações relacionadas a viagens

Em dezembro passado, pela primeira vez, consumidores começaram a usar mais dispositivos móveis para pesquisar informações sobre viagens do que computadores. Já nos 5 primeiros meses de 2016, os dispositivos móveis responderam por 52% das navegações relacionadas a viagens. Isso é o que aponta um levantamento realizado pela Adobe, com estatísticas obtidas a partir da plataforma Adobe Marketing Cloud, as quais mostram que viajantes consideram smartphones item indispensável que carregam consigo quando viajam. Atualmente, os dispositivos móveis e o onipresente Wi-Fi fazem com que os viajantes ainda estejam muito conectados à vida cotidiana e ao redor do mundo. A principal grande mudança é a forma como os dispositivos complementam a experiência física da viagem. Para se ter uma ideia desse impacto, a pesquisa aponta que, dos 41% totais de pesquisas realizadas via dispositivos móveis foram realizadas a partir de um smartphone e 11% a partir de um tablet. Os smartphones… Leia mais...
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